#Brasil
Por Javier Sánchez · Publicado el · Actualizado
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Foi um alívio. Havia risco antes do jogo, houve risco durante o jogo, seguirá havendo riscos na próxima partida, contra Noruega ou Costa do Marfim, equipes de um patamar próximo ao do Japão.
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Foi um alívio. Havia risco antes do jogo, houve risco durante o jogo, seguirá havendo riscos na próxima partida, contra Noruega ou Costa do Marfim, equipes de um patamar próximo ao do Japão. O Brasil tem uma equipe no fio da navalha, com pouca margem para erros, à mercê de acidentes que podem custar a Copa do Mundo. Isso não mudou por causa da classificação. Mas agora é uma equipe batizada, que já encarou todo o drama e toda a angústia que um mata-mata pode oferecer. E que se mostrou madura para sobreviver.
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